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#2258
Dante from Brazil
Participant

And now, a translation of the Focus Fusion Reactor webpage:

Reator de Fus�o de Foco (Focus Fusion)

= Dispositivo de foco de plasma + combust�vel de Hidrog�nio-Boro

Reatores de Fus�o de Foco (Focus Fusion) – reatores que usam combust�vel de hidrog�nio-boro e o dispositivo de foco de plasma denso � s�o esperados que possam prover quantidades praticamente ilimitadas de energia barata, de uma maneira ambientalmente sadia.

O Foco de Plasma Denso (Dense Plasma Focus, DPF) � Hist�ria e design

O Dense Plasma Focus – DPF (em portugu�s: Foco de Plasma Denso) � um dispositivo que vem sendo usado em pesquisas nos �ltimos 40 anos. Foi inventado em 1964 e � utilizado em muitos tipos de pesquisas. Mais sobre a hist�ria do DPF e da Focus Fusion

O dispositivo de foco de plasma consiste de dois eletrodos cil�ndricos de cobre ou ber�lio aninhados um dentro do outro. O eletrodo externo tem geralmente n�o mais do que 6-7 polegadas de di�metro e 30 cm de comprimento. Os eletrodos s�o fechados em uma c�mara de v�cuo com um g�s de baixa press�o (o combust�vel da rea��o) preenchendo o espa�o entre eles. O dispositivo de foco de plasma � mostrado na figura abaixo (Imagem criada por Glenn Millam).

[Here goes the image]
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O G�s usado no DPF: combust�vel de Hidrog�nio-Boro

Note que o g�s que n�s planejamos usar no DPF � uma mistura de Hidrog�nio e Boro. Para mais informa��es sobre esse combust�vel para uma rea��o de Fus�o, veja nossa discuss�o sobre Deut�rio-Tr�tio vs. Hidrog�nio-Boro. Para uma explana��o dos passos da pesquisa necess�ria para o uso desse tipo de combust�vel com o DPF, veja nosso projeto de pesquisa, especificamente a se��o sobre testes experimentais e coleta de dados.

Como o Foco de Plasma pode ser usado para produzir energia l�quida (saldo energ�tico positivo) em uma rea��o de Fus�o.

Um pulso de eletricidade vindo de um banco de capacitores (um dispositivo de armazenamento de energia) � descarregado atrav�s dos eletrodos. Por uns poucos milion�simos de segundo, uma corrente intensa flui do eletrodo externo para o interno, atrav�s do g�s. Essa corrente come�a a aquecer o g�s e cria um intenso campo magn�tico. Guiada por seu pr�prio campo magn�tico, a corrente molda-se a si mesma em uma fina bainha de filamentos min�sculos; pequenos redemoinhos de um g�s quente, condutor de eletricidade, chamado plasma. Uma imagem desses filamentos de plasma � mostrada abaixo junto com um desenho esquem�tico. Outra imagem de um �ngulo diferente � exibida do cabe�alho dessa p�gina e descrita aqui.

[Here go the images]
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Esta bainha viaja at� a extremidade do eletrodo interno onde o campo magn�tico produzido pelas correntes comprime e torce o plasma em uma esfera min�scula, densa, de apenas alguns mil�simos de polegadas de di�metro, chamada de plasm�ide. Tudo isso acontece sem ser guiado por �m�s externos.

Os campos magn�ticos entram em colapso muito rapidamente, e estes campos magn�ticos em mudan�a induzem um campo el�trico que causa com que um feixe de el�trons flua em uma dire��o, e um feixe de �ons (�tomos que perderam el�trons), na outra. O feixe de el�trons aquece o plasm�ide, desse modo dando igni��o a rea��es de Fus�o Nuclear que adicionam mais energia ao plasm�ide. Ent�o, no final, os feixes de �ons e de el�trons cont�m mais energia do que a que foi introduzida pela corrente el�trica original.

Como a energia pode ser transformada diretamente em eletricidade.

Aqueles feixes de part�culas carregadas s�o direcionados at� �desaceleradores de part�culas� que atuam como aceleradores de part�culas ao contr�rio. Ao inv�s de usar eletricidade para acelerar part�culas carregadas, eles desaceleram part�culas carregadas e geram eletricidade. Uma parte dessa eletricidade � reciclada para dar energia ao pr�ximo pulso de Fus�o, enquanto o excesso, a energia l�quida, � a eletricidade produzida pela Usina de Fus�o Nuclear. Para mais explica��es sobre a gera��o de eletricidade clique aqui.

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